domingo, 20 de maio de 2012

Ajuda urgente!

Bem meus amigos,
estou esperando que as coisas melhorem, de todos os lados, mas sei que devo fazer a minha parte!
Tenho que suportar as dores, desafios, desamores, intolerâncias e ainda assim crer que a vida vai melhorar e tenho certeza de que vai...
Apesar da própria vida ter se tornado um fardo...ainda tenho esperança de que através da minha perseverança, fé, crença e vontade, renascerei das cinzas sempre, e levantarei toda vez que cair, pois sinto o braço de DEUS ao meu redor!

Você tem a mesma religião de Jesus?


A maneira como Jesus amou seus amigos e a paciência com que tratou seus inimigos, o tempo que Ele dedicava a oração,  o compromisso que tinha em obedecer o que estava nas escrituras e as ordens do Pai… tudo isso revela a religião de Jesus.
Nosso convite é para que você siga o exemplo dEle. Torne a Bíblia seu principal livro de leitura. A lâmpada para seus pés e a luz para seus caminhos. Lendo e seguindo os ensinamentos da Bíblia você poderá dizer que a sua religião é a mesma de Jesus.
Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim. João 5:39

Qual será sua religião?



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Qual será a sua religião?

por Bernardino Nilton Nascimento - bn.nascimento@uol.com.br

Mesmo quando nos encontramos convictos em nossa fé, sempre estaremos prontos a novas experiências religiosas. Faz parte da procura do ideal da vida, faz parte do crescimento e da busca da felicidade. Costuma-se trocar de opiniões e de crenças quando a vida não caminha em compasso com os desejos.

O assunto religião, na maioria das vezes, torna-se complexo e difícil, graças a um sério obstáculo chamado fanatismo. Porém, este fanatismo pode mudar de lado a qualquer momento, pois, a não satisfação dos desejos e expectativas poderá resultar no apego a uma outra filosofia, tornando-a a melhor dos mundos.
Mesmo sabendo que existiram e existem muitas religiões não monoteístas, associo o conceito de religião à idéia de um sistema centralizado em um Deus agindo auxiliado por forças sobrenaturais. É natural considerar a crença em um só Deus o ponto de referência para a compreensão de todas as outras religiões. Desse modo, torna-se duvidoso usar o termo religião para filosofias espirituais em que, como no budismo, taoísmo, confucionismo, entre outras, não existem divindades. O que também pode ser observado é que os sistemas ditatoriais contemporâneos, que embora não sejam chamados fenômenos religiosos, psicologicamente falando, merecem tal designação.

Não existe palavra que decifre religião como um fenômeno humano geral. Assim, quando usamos esse termo, estabelecemos, automaticamente, uma associação a um tipo específico de crença, remetendo sempre a uma idéia de um Deus maior.

Então, qualquer filosofia de pensamento e ação seguida por um grupo, e capaz de conferir ao ser humano uma linha de orientação, se transformará, naturalmente, em um objeto de devoção. Não existe, na verdade, qualquer cultura do passado, e parece que não existirá no futuro. Temos que ter a consciência da existência não de um só Deus, mas de um só amor. Todos, perante o universo, somos apenas um, assim como um peixe é apenas um peixe, mesmo tendo várias espécies. Somos seres humanos. Somos, na verdade, frutos de uma só placenta, de uma só energia. Com esta visão, no futuro, quando todos brotarem o seu amor ao próximo, não haverá mais a necessidade das religiões, pois todos já serão a própria religião. Se a felicidade for proclamada e desejada ao próximo, não existirá mais prisão a uma só palavra com diversas interpretações.

O amor é a verdadeira religião. Ele não tem preconceitos, medos ou luxos. Ele é o único e verdadeiro caminho para a felicidade. Ninguém chegou ao topo da espiritualidade sem amor. Ele conduz o ser a ser honesto com sigo mesmo e com o próximo, ele eleva a espiritualidade e se deixa chegar à iluminação.

O autoconhecimento, a razão e a imaginação perturbam a “harmonia”, que caracteriza a vida humana. O aparecimento desses sentimentos transformou o ser humano em uma espécie de anomalia, divorciada das leis do universo.

Viemos para este mundo com a energia do amor e, acidentalmente, chegamos ao fim dos nossos dias muito materialistas. Conscientes de si mesmo, compreendemos a nossa impotência e limitações. Percebemos nosso próprio fim, a morte. Materialistas, nunca nos sentiremos livres para seguir o bem ou o mal da nossa própria vida. Não nos livraremos dos nossos pensamentos mesmo que esse seja o nosso desejo, e não nos livraremos do nosso corpo enquanto vivermos, pois ele nos obriga a desejar a vida.

A razão, seu maior privilégio, é, ao mesmo tempo, seu máximo castigo. Força-o a preocupar-se sempre com a solução de discursões muitas vezes insolúveis. A nossa existência difere da de todos os outros organismos, e é por isso que o estado de desequilíbrio é constante e inevitável a todos que se julgam donos da verdade. A consequência disso é um estado de conflito constante.

O humano é o único ser que sente descontentamento, que se sente expulso do Paraíso. Só para ele a vida é um problema, e que tem que ser resolvido a qualquer custo. Ele não pode regredir ao estágio pré-humano, de harmonia com a natureza. Ele continua desenvolvendo a sua razão até poder dominar a sua própria natureza e a a si próprio.

A emergência criou, dentro de cada um de nós, um caminho e duas saídas, o bem e o mal, que nos força a buscar constantemente novas soluções e aí, voltamos a procurar novos caminhos em velhas e novas religiões.

Havendo perdido o Paraíso, a unidade com a natureza, o ser humano se transformou num eterno andarilho, sentindo-se obrigado a progredir sempre, e a conhecer o desconhecido. O que ele deve, na verdade, é procurar explicar-se a si mesmo e compreender o sentido da sua vida. Deve tentar resolver essa dissociação interior, eliminando esse tormento que é a busca por um desejo de ser absoluto. Ele deve buscar uma nova harmonia, que possa superar a maldição que o separou da natureza, dos seus semelhantes e de si mesmo.

BNN

Minha religião é o Amor e minha crença é em DEUS!


Perdendo sua religião
Novos experimentos mostram que pensamento analítico pode enfraquecer intuição e crenças 
por Marina Krakovsky
Wikimedia Commons/innoxiuss
Pessoas que pensam intuitivamente tendem a ser religiosas, mas fazê-las pensar analiticamente, mesmo de maneira sutil, diminui a força de suas crenças. A conclusão é de um novo estudo publicado na Science.

A pesquisa, conduzida pelos psicólogos Will Gervais e Ara Norenzayan, da University of British Columbia, não toma partido no debate entre religião e ateísmo, mas pretende  desvendar uma das origens da crença e da descrença. “Para entender a religião entre os seres humanos”, orienta Gervais, “é preciso se acostumar com o fato de que existem milhões de crentes e descrentes”.

Um de seus estudos relacionou crença religiosa com resultados de um teste de raciocínio analítico. O teste apresenta três problemas de matemática que parecem simples. Um deles pergunta: “Se são necessários cinco minutos para que cinco máquinas produzam cinco rebimbocas, quanto tempo é necessário para que 100 máquinas produzam 100 rebimbocas?”. A primeira resposta que normalmente vem à mente – 100 minutos – está errada. Pessoas que param para pensar na resposta correta (cinco minutos) são, por definição, mais analíticas – e tendem a receber notas mais baixas nos testes de crenças religiosas.

Mas os cientistas foram além dessa ligação interessante e conduziram quatro experimentos que mostram que o pensamento analítico realmente leva à descrença. Em um deles os participantes foram aleatoriamente colocados no grupo analítico ou no grupo de controle. Em seguida, os pesquisadores mostraram  fotos d’O Pensador, de Rodin, para os “analíticos” e imagens da antiga escultura grega Discobolus, que mostra um atleta pronto para lançar um disco, para o outro grupo. O Pensador foi usado por ser uma imagem tão icônica da reflexão profunda que em um teste separado, com participantes diferentes, observar a fotografia ajudou as pessoas a resolver silogismos lógicos.

Após olhar as imagens, os participantes realizaram um teste que media sua crença em Deus, em uma escala de 0 a 100. Os resultados variaram muito, com um desvio padrão de cerca de 35 pontos. A diferença das médias foi o fator mais importante: no grupo de controle, a pontuação média para a crença em Deus foi de aproximadamente 61 pontos. Entre os voluntários do grupo que havia contemplado O Pensador, a média foi de apenas 41. Esse intervalo é grande o bastante para indicar que pessoas com mais crenças estavam respondendo como se fossem descrentes – tudo isso ao serem lembrados da capacidade humana de pensar analiticamente.      


Como anda sua vida religiosa? Qual é a sua religião?
Autor: Luan de Bortoli   
 

O Infinita aborda hoje um assunto que rende bastante pano pra manga. Um assunto muito polêmico: religião. Qual é a sua? Você segue alguma? Frequenta igrejas ou templos? Concorda com tudo que é pregado em sua religião? São muitas perguntas que se originam a partir deste tema. Mas é fato e a gente nota facilmente que a procura e presença de pessoas em igrejas e afins têm diminuído. 
 

E não foi apenas isso diminuiu. De acordo com os dados do CENSO de 2010, houve uma queda grande no número de católicos. Em 20 anos, o número de fieis desta religião caiu de 83,34%para 67,84% no Brasil. Essa diminuição foi tão grande que assustou os bispos que participam da 50ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, a CNBB.
 

    

Entretanto, a queda de católicos pode ser ainda maior. Dados coletados pelo Instituto Nacional de Geografia e Estatística, o IBGE, apontam para uma outra queda. Nessa pesquisa, foram entrevistados cerca de 20 milhões de brasileiros. A pesquisa mostra que, em resumo, há muitos brasileiros que são batizados como católicos mas que não dão sequência a vida religiosa.







       




 De acordo com os dados, os evangélicosrepresentam 21,93% da população, enquanto6,72% declaram não terem religião e 4,62% dizem praticar religiões alternativas. Em sua avaliação, essas porcentagens teriam de ser analisadas com mais rigor, porque refletem um quadro confuso na denominação das crenças. O termo católicoaparece em sete igrejas, incluindo a Igreja Católica Romana, enquanto os evangélicos são identificados com mais de 40 denominações
 
Outro fator que deve ser levado em consideração é o fato de muitas pessoas frequentarem mais que uma igreja. Isso ocorre com evangélicos e também com espíritas que se dizemcatólicos.
 
Com informações de Oglobo.com.

12 sinais de fraqueza espiritual


Só para relembrar, o primeiro estudo mencionava sobre o desinteresse em ler a bíblia, o segundo sobra a falta de oração, o terceiro sobre contendas na igreja e o ultimo sobre obras mortas, todos esses sinais caracterizam a frieza espiritual do cristão. 
O quinto sinal que caracteriza a frieza espiritual é o abandono de alguma responsabilidade na igreja e da própria igreja, é comum que ao longo do tempo, antes jovens fervorosos e cheios de fé, que freqüentavam assiduamente o grupo jovem, hoje vai muito pouco nas reuniões de jovens, e quando vai, é comum o abandono de alguns jovens do grupo jovem, se tornando apenas membros.
O mesmo ocorre com evangelistas, homens e mulheres de Deus que outrora arrancavam almas do inferno em suas evangelizações, pregavam o evangelho com fervor e com espírito, e de uma hora para outra, saiu do grupo de evangelização, passando a freqüentar, apenas as reuniões de membros na igreja. 
E quando um obreiro ou obreira, que outrora era um vaso de honra nas mãos de Deus chega no pastor usando a seguinte frase: “Pastor, estou entregando o meu uniforme”, este obreiro ou esta obreira está bem espiritualmente? Obvio que não, está fraco (a) espiritualmente falando. 
Quando um cristão tem o desejo de abandonar uma responsabilidade assumida na igreja, outorgada pelo próprio Espírito Santo, é um grande sinal que a sua espiritualidade e comunhão com Deus está abalada, pois o Cristão forte, é revestido de fogo, do fogo do Espírito Santo que impulsiona esta pessoa a realizar da melhor maneira possível os seus afazeres e responsabilidades na igreja, responsabilidades estas, confiadas pelo próprio Deus. 
Não vou falar pelos outros, falo por mim mesmo, eu sou Obreiro, evangelista da Casa do Senhor, sou escritor do Blog Cristão da Universal, se um dia eu chegar no meu pastor e falar que não quero mais evangelizar, é porque eu estou mal com Deus, se um dia eu chegar no meu pastor para entregar o meu uniforme, isso sinaliza a minha fraqueza espiritual, e se um dia eu chegar no Obreiro Alexandre meu líder “espiritual virtual”, para entregar o meu cargo aqui no blog, isso também irá sinalizar a minha fraqueza, e o fraco, caminha a passos largos para a queda. 
Geralmente quem abandona seus afazeres e responsabilidades, sempre tem uma desculpa na ponta da língua para justificar o seu abandono de suas responsabilidades na igreja, justamente para o Homem entender o motivo do seu afastamento ou renúncia de suas obrigações, o Homem, pode entender, mas e Deus….entende? 
E Jesus lhe disse: Ninguém, que lança mão do arado e olha para trás, é apto para o reino de Deus. Lucas 9:62 
A frase acima não foi dita por um profeta, discipulo ou apostolo, mas foi dita pelo próprio Senhor Jesus, e esta frase expressa o sentimendo para com aqueles que colocam a mão no arado, assumem uma responsabilidade na igreja e olha para trás, o Senhor Jesus afirma categorigamente, que essas pessoas, não são dignas, ou aptas para o Reino de Deus, muitas pessoas podem não gostar dessa afirmação, podem criticar, podem achar radicalismo essa afirmação querendo discutir e me criticar nos comentários, mas não foi eu quem disse isso, foi o Senhor Jesus, não discuta comigo, mas vai expressar a sua defesa ao Senhor Jesus, como escrevi anteriormente, o Homem pode entender todas as suas desculpas, aos olhos dos homens você pode ficar justificado e se safar, se saindo bem, mas e aos olhos de Deus?
Peço encarecidamente que vocês separem 10 minutinhos do seu tempo para assistir o video abaixo, a mensagem deste video é até mais forte do que a mensagem escrita deste post, com certeza você não irá perder os seus 10 minutos, pelo contrário, serão 10 minutos investidos na sua vida espiritual.
Eu sei o que é isso, já fui um ex jovem, já fui um ex evangelista, já fui um ex obreiro, já fui em ex escritor do Blog “Cristão da universal”, já fui um ex cristão e o pior…..já fui um ex filho de Deus…e a pior coisa nessa vida é ser um ex aos olhos de Deus, ser um ex aos olhos do diabo é maravilhoso, porque ser um ex aos olhos do diabo significa que você é um ex ladrão, um ex assassino, uma ex prostitua, um ex drogado, mas e quando você é um ex aos olhos de Deus se tornando um ex obreiro, ex membro, ex evangelista, um ex cristão? Qual será o seu destino neste mundo…e no porvir…?
Quando eu era um ex homem de Deus, a minha vida era um inferno, se tornou um paraiso (mas com lutas e tribulações) quando eu voltei para os braços do Senhor Jesus, aqueles que se tornam ex obreiros, ex jovens e evangelistas hoje,mesmo que continuem como membros hoje,   poderão ser os desviados de amanhã. 
Portanto, ofereçamos sempre por ele a Deus sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que confessam o seu nome. E não vos esqueçais da beneficência e comunicação, porque com tais sacrifícios Deus se agrada. (Hebreus 13:15-16) 
Ah, não esqueci de você não viu membro, você membro que costuma sentar nos últimos bancos (não necessariamente todos que sentam no ultimo banco estão mal com Deus), você que na hora da pregação fica bocejando, fica entediado nas pregações, olha os pastores com maus olhos, fica com fofocas e chocarrices na igreja, fala muito, é um carnal, fica zombando de todos, enfim…você membro que é muito fechado, fecha a cara com os obreiros e com os pastores quando os mesmos pedem para se sentar um pouco mais a frente, ou no estacionamento da igreja quando um obreiro pede educadamente que você manobre o seu carro enfim…você membro que está neste estágio, cuidado….amanhã você pode se tornar um ex aos olhos de Deus tambem.
Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia. (Hebreus 10:25) 

Se estão te perseguindo, leia isso!


Você acha que todos estão contra você no trabalho? As pessoas te perseguem porque você não quer ser aliado contra o chefe ou acha que te perseguem sem razão? Essa pode ser uma linha divisória entre o real e o imaginário. Analise bem os fatos, de forma objetiva. Veja se realmente as pessoas estão te escanteando porque você não quer fazer parte do jogo ou só porque você cismou com isso.

R7 Boicotada pela chefe 200x300 Todos estão contra você no trabalho?
Se depois de uma análise cautelosa você descobrir que há algo errado, não se desespere. Tente ficar calmo e refletir uma maneira de lidar com a situação. Só não entre em complôs e esquemas que você não quer compactuar. Lembre-se que no mercado de trabalho é cada um por si. Deixe as pessoas ficarem contra você, o que importa é sua postura e consciência.

Na hora que o bicho pegar ou alguém puder se dar bem, você é que vai ser jogado na fogueira. Ambiente hostil é comum nas empresas, por isso aprenda a se defender sem bater de frente. Mas muito cuidado pra não ver coisa onde não existe. Seja esperto e fique ligado !!!




Dicas sobre carreira e comportamento em  http://twitter.com/juliocardozo 

Seu chefe te persegue? Então corra atrás de seus direitos!


Não são apenas os colegas que te boicotam no trabalho. O chefe também pode te perseguir, atormentando seus dias e suas noites. O clima sempre é tenso quando ele chega. Quase nunca te cumprimenta e já vem cobrando pelas tarefas que ficaram pendentes. Sua vida vira um inferno quando chega a segunda-feira e você não sabe mais o que fazer, principalmente no final do trimestre. Se os resultados não são alcançados, pode ter certeza que lá virá ele gritando pelos corredores.

R7 Meu chefe nao me ouve1 199x300 Seu chefe te maltrata?
O ambiente é tão duro assim? Procure exercitar a paciência até como aprendizado na sua vida profissional. Mas não leve desaforo pra casa, da mesma forma que não entre no joguinho dos colegas. Jamais fique contra o chefe e fale mal dele pelas costas. Se tem algo que te incomoda, tente uma conversa hábil. Argumente da melhor forma possível e nunca grite com ele como forma de rebatê-lo. Mostre que esse tipo de atitude não te agrada e peça pra que ele te chame quando estiver mais calmo. Conflitos se resolvem sem embates.

Agora, se a situação ficar cada vez mais insustentável talvez seja o momento de reavaliar se vale a pena ficar. No entanto, antes de tomar uma atitude mais radical sonde o mercado. Veja se você tem chances de se recolocar rapidamente e vá à luta. Só não esqueça que problemas acontecerão em todo o lugar. Você não se verá livre deles assim tão facilmente. A questão é que tipo de problema você consegue suportar. Tenha isso sempre em mente. 

Dicas sobre carreira e comportamento em  http://twitter.com/juliocardozo 

Cuidado com o assédio moral chefia, é crime e dá cadeia!


VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA NO TRABALHO E SUAS IMPLICAÇÕES NA VIDA DO ASSEDIADO.
SANDRO MORAES (Advogado, Jornalista, Escritor, Pós-Graduado em Direito e Processo do Trabalho e formado em Curso de Aperfeiçoamento à Magistratura e Ciências Jurídicas pela ESMAPE) – Autor do Livro “Assédio Moral – Relação de Tirania no Ambiente de Trabalho” – www.livrariacultura.com.br
A Violência Psicológica no Trabalho ou Assédio Moral tem sido bastante comentado na sociedade, recentemente. Longe de ser um modismo, é, acima de tudo, uma perversidade direcionada contra um indivíduo praticada por um um ofensor (assediador) ou grupo de pessoas (mobizantes) com o escopo de destrui-lo psicologicamente até que o assediado (ofendido) perca sua total identidade como pessoa e se transforme num “mulambo humano”.
Chamado, também, de Terrorismo Psicológico, o Assédio Moral no Trabalho é definido como “qualquer conduta abusiva (gesto, palavra, comportamento, atitude…) que atente, por sua repetição ou sistematização, contra a dignidade ou integridade psíquica ou física de uma pessoa, ameaçando seu emprego ou degradando o clima de trabalho”.[1]
Como o Assédio Moral é uma conduta abusiva ou conjunto de ações  aterrorizantes  de difícil comprovação, complexas, que não deixa marcas visíveis, a priori, o problema se torna mais aflitivo para a vítima. Primeiro, por ela (a vítima)  estar sendo corroída na sua alma com a agressão ou agressões que lhes são impostas e não ter condições de materializar a própria prova do assédio moral e os danos advindos a sua saúde física e mental decorrentes do terrorismo moral( um tormento que se torna terrível em função do sofrimento da vítima em ser agredida moral e psicologicamente e não ter como provar, objetivamente). Segundo, o descrédito e a desconfiança que são depositadas na vítima que se diz torturada psicologicamente que fica à mercê da boa-fé ou má-fé das pessoas que a cercam no cotidiano (incluindo os agressores, os médicos do trabalho, os psiquiatras, os psicólogos, os advogados, os gerentes de RH, os amigos e a própria família da vítima).
Todo esse quadro, de certo modo, facilita a vida do assediador e martiriza o cotidiano do assediado.
Diante dessa perspectiva, o Assédio Moral no Trabalho poderia, também, ser chamado de “delito-fantasma” por não ser visível à maioria das pessoas, inicialmente, e ser apenas uma “queixa infundada” do hipotético assediado.
Aproveitando-se desse quadro, geralmente, os agressores (tiranos narcisistas, segundo palavras de Marie-France Hirigoyen)[2], para se livrar da autoria do terrorismo psicológico praticado contra determinada pessoa e continuarem impunes, começam, então, a propagar que o assediado, de fato, trata-se de uma pessoa de difícil relacionamento interpessoal, problemática, e que talvez apresente algum quadro de distúrbio psiquiátrico ou psicológico grave, uma vez que as queixas que são feitas apenas o hipotético assediado as vê. Isso porque, quem é de fato assediado, na verdade, começa a fazer queixas e mais queixas de que está sendo vítima de uma tirania no ambiente de trabalho e nem sempre é compreendido por seus pares e pela hierarquia. Por isso, a duplicidade do seu sofrimento: intrínseco, de si para o mundo, por estar se sentindo agredido moral e psicologicamente; e extrínseco, quando manifestadas a desconfiança e incompreensão dos autores do assédio moral com relação ao agredido-assediado.
Pessoas, geralmente, com estrutura psicológica fraca são tendentes, nesse quadro, a capitular diante do agressor (assediador) ou agressores (mobizantes) e ceder às propostas tentadoras e conciliadoras deles, uma vez que uma das estratagemas mais utilizadas pelo assediador ou  assediadores é tentar “convencer” a vítima da violência psicológica de que a mesma está “doente”, com algum “problema emocional”, algum “distúrbio psiquiátrico paroxístico”.  Nesse quadro de situação, se o  assediado já perdeu a sua própria identidade como pessoa humana e passa a duvidar de si próprio (não são todas pessoas que agüentam a tortura psicológica engendrada), fica mais fácil introjetar, definitivamente, os distúrbios psiquiátricos e psicológicos oriundos do assédio moral através da psicossomatização da doença ou transtorno mental, uma vez que o quadro sintomático não é congênito, mas decorrência do fator causal advindo da agressão moral persistente (do terrorismo psicológico).
Afinal de contas é muito mais fácil “convencer” uma pessoa assediada no trabalho de que somente ela vê as hipotéticas agressões, humilhações e discriminações no ambiente de trabalho e de que as demais não se queixam, bem como arregimentar testemunhas para dizer que nada daquilo que o assediado afirma é “verdade”,  do que o contrário, uma vez que o perfil do “mobizado” é de uma pessoa escolhida, maquiavelicamente, na estrutura organizacional, para ser atingida dolosamente pelos agressores e ser colocada no isolamento, com o fito de excluí-la, aos poucos, da instituição,  forçando-a a pedir demissão ou exoneração para fugir do “inferno astral” ou ser colocada na “expulsória” através da aposentação compulsória por ter ficado doente, de verdade.
É um jogo maquiavélico de manipulação de pessoas e fatos contra a vítima assediada, na abalizada opinião da psiquiatra Ana Beatriz B. Silva.[3]
O Assédio Moral no Trabalho é, antes de tudo, para o assediador ou assediadores, uma recusa à distinção  ou diferença do modo de ser peculiar de uma vítima escolhida para ser “mobizada” no trabalho. É uma manifestação individual ou coletiva por um comportamento discriminatório contra determinada pessoa. É não aceitar o diferente (o cara calado, na dele, introvertido; o de espírito crítico e contestador, etc). Dessa forma, procura-se de todos os meios desestabilizar a permanência do assediado no ambiente de trabalho, empregando várias estratégias manipulatórias de fatos e pessoas para excluí-lo da organização (primeiro, sutilmente,  para confundir o próprio mobizado se realmente “aquilo” está ocorrendo com ele ou é fruto da sua imaginação; segundo, aplicando os métodos de assédio moral abertamente, mas dissimulados sob o falso manto da legalidade das imposições profissionais). Geralmente, o assediador explica ao assediado que ele vê “coisas” que a maioria não vê, de certo modo, facilitado pelo isolamento da vítima no ambiente hostil e pela adesão espontânea dos outros  ao assediador, com o fim de angariar alguma vantagem,  ou por medo dos demais funcionários  de também não serem escolhidos para ser a próxima vítima da tirania do chefe perseguidor ou da organização perseguidora (modus faciende de reger pessoas).
Não adentrando nas conseqüências maléficas à saúde do mobizado, por demais debatidas nos fóruns acadêmicos, que vai de um distúrbio gastrointestinal a uma paranóia induzida e até o suicídio, é preciso salientar, mais uma vez, o dilema enfrentado pelo assediado nos dois fronts da perseguição moral: fugir do próprio assédio moral e tentar convencer as pessoas de que está sendo agredida moral e psicologicamente, através da prova material.  Como foi dito en passant, quem é assediado sofre por ser assediado e sofre por ser desacreditado.
Na questão da prova do dano no assédio moral, também, outro problema que se manifesta é o próprio desconhecimento da maioria dos operadores do Direito (incluindo juízes, promotores e advogados) em identificar o que seja terrorismo psicológico no trabalho. Infelizmente, a maioria dos operadores do Direito não sabe do que se trata e há um certo descrédito na criminalização federal do mobbing assim como não fora com o assédio sexual, já previsto no Código Penal.  Se pesquisarmos, por exemplo,  a maioria das leis que tratam do tema em nível municipal e estadual são repetições de um mesmo texto, inclusive a lei estadual pernambucana que trata do tema é fraca em conteúdo e não define bem o assédio moral (conceito, características, sujeitos, etc) , necessitando de uma revisão para ser aprimorada.
Finalizando,  em face do dilema do assediado em se livrar do terrorismo psicológico e não cair na posição vitimária do agressor ou agressores, para se culpar sendo vítima, bem como de não angariar aliados a sua defesa no ambiente de trabalho, advogo que a vítima deve se precaver ao máximo possível quando notar, identificar que algo está errado com relação ao trato de seu superior hierárquico e de seus pares  a sua pessoa e fatos que lhe digam respeito. Não pense que seu melhor colega de trabalho vai confirmar aquele fato de o chefe ter lhe humilhado na frente dele e  na sua frente. A tendência é, por medo, para não ser a próxima vítima, ele se calar ou negar o fato para não se comprometer, ou mesmo, se for seu “amigo da onça”, ser mais um que vai dizer que você é problemático e vê coisas que a maioria não vê. Não vejo problema, portanto, de você andar dentro da repartição com mp3 no bolso ligado, microcâmera, gravando, para futuramente, se precisar, comprovar na Justiça os danos ocasionados a sua saúde mental e física, decorrentes do assédio moral do chefe tirânico, do grupo mobizante ou mesmo da política de pessoal organizacional das instituições “psicopatas”, nos dizeres da psiquiatra Ana Beatriz B. Silva[4]. A prova testemunhal pode retratar a verdade como distorcê-la. Mentir. Todos mentem, até os animais.[5]

[1] A definição mais completa do que seja Assédio Moral proposta pela psiquiatra Marie-France Hirigoyen, em seu Best-seller “Mal-estar no Trabalho: redefinindo o Assédio Moral”, 3ª. Ed. – Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2006, pp. 17. (N.A)
[2] Psiquiatra francesa especialista no assunto terrorismo psicológico (N.A)
[3] Autora de “Mentes Perigosas – o psicopata mora ao lado”, que em um capítulo da obra detalha a questão das “pessoas psicopatas e das organizações psicopatas” no mundo do trabalho. (N.A)
[4] O Supremo Tribunal Federal-STF permite a gravação de conversa clandestina onde uma das pessoas é interlocutora para o caso de se defender de um fato ou ato recusado pela outra pessoa, que pode se calar em juízo, legalmente
[5] ANOLLI, Luigi. São Paulo: Edições Loyola : Paulinas, 2004. – (Coleção Para saber mais; 10)
Araripina


Familia é tudo de Bom

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Amizade sem limites

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